Dados do Herbário da Universidade de Montpellier na rede speciesLink

Por Mariângela Menezes (Museu Nacional, Comitê Gestor INCT-Herbário Virtual)

logoMonpellierO herbário da Universidade de Montpellier (MPU), pelo volume e valor histórico de suas coleções, é considerado o segundo mais importante da França e está entre os 20 maiores herbários do Mundo. Embora, algumas amostras da coleção geral sejam atribuídas a P.R. de Belleval (1564-1632), o herbário MPU foi criado no início do século XIX (1809) sob a direção de A.P de Candolle, associado à Faculdade de Medicina. Posteriormente, o herbário da Faculdade de Medicina foi agregado aos herbários da Faculdade de Farmácia e de Ciências em um único local, formando o Instituto de Botânica, em 1889. O prédio do Instituto de Botânica foi destruído e substituído pelo prédio atual, inaugurado em 1959.

O herbário detém aproximadamente 2,5 milhões de espécimes de plantas vasculares, criptógamos, fungos e líquens. Suas coleções mais antigas datam do séc. XVII e o número de tipos é estimado em mais de 50.000 amostras. Trata-se de um herbário muito representativo em termos da biodiversidade vegetal, uma vez que agrega material oriundo de inúmeros países, com destaque para amostras coletadas na Europa, região do Mediterrâneo e Oriente Próximo, e em menor número, amostras oriundas da América do Norte e do Sul (incluindo o Brasil), Oceania (incluindo a Austrália), África e Ásia.
Dentre as várias e importantes coleções de plantas fanerogâmicas se destacam as de Chirac, Broussonet, Boissier de Sauvages, Braun-Blanquet, Cambessèdes, Delile, Saint-Hilaire. As coleções de criptógamos, também, são particularmente importantes e incluem, p.ex. coletas de cianobactérias feitas por Ch. Flahault, de musgos e líquens por M. B.de Lesdain, além de outras coletas de samambaias e fungos.

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